Ah, que alegria ter vocês por aqui no nosso cantinho de aventuras! Quem me conhece sabe que adoro explorar cada pedacinho da América do Sul, e hoje vamos falar de um destino que, para muitos, ainda é um mistério: a fronteira entre o Suriname e o Brasil.
Eu sei que, à primeira vista, pode parecer um desafio gigante, talvez até um pouco intimidante, mas posso garantir que essa travessia esconde belezas e experiências que a gente nem imagina.
Sabe aquela sensação de estar desbravando um lugar novo, onde cada esquina te reserva uma surpresa? É exatamente isso que senti ao me aventurar por essa região, que é um verdadeiro caldeirão de culturas e histórias esperando para serem descobertas.
Recentemente, com a crescente busca por destinos menos óbvios e a facilitação de novos acordos de cooperação regional, a fronteira norte do Brasil com países como o Suriname tem ganhado um novo holofote, especialmente para quem busca ecoturismo e uma imersão cultural autêntica.
E olha, não é para menos! Embora não exista uma ligação rodoviária direta entre o Brasil e o Suriname que seja plenamente acessível, o que nos força a um planejamento mais cuidadoso, as oportunidades de conexão aérea via Belém, no Pará, têm se mostrado um caminho interessante, apesar dos desafios logísticos que podem surgir, como atrasos de voos que já enfrentei.
A gente sempre ouve falar da Amazônia brasileira, mas vocês sabiam que o Suriname também tem uma parte enorme da floresta, intocada e com uma biodiversidade que é de cair o queixo?
É um convite e tanto para quem ama a natureza e quer ir além do óbvio. Mas, claro, como em toda aventura, é preciso estar bem-preparado. Por exemplo, brasileiros não precisam de visto para estadias de até 90 dias, mas desde julho de 2022, é obrigatório pagar uma taxa de entrada online, o famoso “entry-fee”, que precisa ser providenciado antes da viagem.
E uma dica de ouro: o passaporte deve ter no mínimo 6 meses de validade. Para quem pensa em explorar de carro, prepare-se, pois a CNH brasileira não é aceita no Suriname, e uma Permissão Internacional para Dirigir (PID) é indispensável.
Para garantir a melhor experiência e não cair em roubadas, é fundamental ficar de olho nas informações mais recentes sobre segurança e documentação, porque as coisas mudam e a gente não quer surpresas desagradáveis, não é mesmo?
A cooperação entre as polícias fronteiriças tem se fortalecido para combater crimes transnacionais, o que é um ponto positivo para quem viaja. E para quem já está pensando em gastar, vale a pena saber que a moeda local é o Dólar Surinamês (SRD), e trocar dinheiro em cassinos, por incrível que pareça, pode oferecer as melhores cotações.
Seja pela riqueza cultural de Paramaribo, com sua arquitetura colonial deslumbrante e a convivência harmoniosa de diferentes religiões, ou pela adrenalina de explorar a densa floresta amazônica com suas trilhas e cachoeiras, essa região é um prato cheio para quem busca uma viagem inesquecível.
É uma daquelas viagens que me fez sentir verdadeiramente conectada com a essência do nosso continente, longe dos circuitos turísticos tradicionais, onde cada interação e paisagem se transformam em uma memória preciosa.
Então, que tal desvendarmos juntos esse pedacinho fascinante do mundo? Tenho certeza de que, com as dicas certas e um bom planejamento, sua aventura será tão enriquecedora quanto as minhas.
Vamos descobrir tudo sobre essa viagem que promete ser inesquecível!
Desvendando os Requisitos de Entrada e Documentação Essencial

A Taxa de Entrada Online: Seu Passaporte Digital para o Suriname
Preparar a papelada para uma viagem internacional pode parecer chato, eu sei! Mas garanto que vale cada minuto para evitar perrengues na chegada. Para nós, brasileiros, a boa notícia é que não precisamos de visto para estadias de até 90 dias no Suriname, seja a turismo ou para visitar amigos e familiares. Isso facilita muito a vida! No entanto, desde julho de 2022, todos os viajantes, de qualquer nacionalidade, precisam pagar uma taxa de entrada, conhecida como “entry-fee”. E essa é uma daquelas dicas de ouro: faça isso online e antes de viajar! Eu já vi gente ter a entrada atrasada por não ter essa taxa em mãos, e acredite, você não quer começar sua aventura com dor de cabeça. O voucher que você recebe após o pagamento, a partir de 15 de janeiro de 2024, deve ser apresentado no momento do check-in para a companhia aérea. Ah, e uma curiosidade: se você é daqueles que adora ir e vir, saiba que para cada nova viagem é preciso um novo entry-fee.
O processo é bem simples, a VFS Global é parceira oficial para isso. Basta entrar no site, criar uma conta, preencher a solicitação com seus dados, enviar uma foto do passaporte e fazer o pagamento online com cartão de crédito. O voucher é enviado para o seu e-mail em até 24 horas. E atenção redobrada: seu passaporte precisa ter no mínimo 6 meses de validade a partir da data de chegada ao Suriname. Confesso que eu sempre dobro a atenção com a validade do passaporte, afinal, é o seu documento mais importante fora de casa! E para quem tem filhos pequenos, uma excelente notícia para 2025: crianças de 0 a 2 anos estão isentas da taxa de entrada a partir de 1º de janeiro de 2025.
Dirigindo pela Terra do Sol: Onde sua CNH não Chega Sozinha
Se a sua ideia de aventura inclui pegar a estrada e desbravar o Suriname de carro, temos um ponto super importante para conversar. Minha primeira reação foi pensar “Ah, tranquilo, minha CNH brasileira serve, né?”. Que nada! É crucial saber que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) brasileira não é aceita no Suriname. Para dirigir por lá, você vai precisar de uma Permissão Internacional para Dirigir (PID) junto com sua CNH de origem. Sim, essa é uma burocracia a mais, mas que te salva de muitas dores de cabeça e multas indesejadas. As locadoras de veículos, por exemplo, exigem a PID, então não adianta tentar dar um jeitinho. A PID funciona como uma tradução da sua habilitação para vários idiomas, incluindo o holandês, que é a língua oficial do Suriname, o que é uma baita mão na roda em caso de necessidade. Ela é como um passaporte para a liberdade nas estradas estrangeiras, te permitindo explorar o país no seu ritmo. E uma curiosidade que me pegou de surpresa: lá se dirige pelo lado esquerdo da estrada! É um detalhe que faz toda a diferença e exige atenção extra, pelo menos no começo da viagem.
Além da PID, se você for alugar um carro, a maioria das empresas exige que o motorista tenha no mínimo 21 anos. E se tiver menos de 25, pode ser que tenha uma sobretaxa por ser considerado um motorista mais jovem. Eu, pessoalmente, sempre procuro me informar sobre as condições das estradas, especialmente em regiões mais afastadas. No Suriname, algumas vias, principalmente em Paramaribo, podem ter buracos, então dirigir à noite em áreas rurais, por exemplo, não é o mais recomendado. É sempre bom ter os contatos de emergência e da locadora à mão, sabe? Assim a gente viaja mais tranquilo e evita imprevistos. É como um bom scout de viagem, a gente se prepara para o melhor, mas pensa no pior para não ser pego de surpresa. A liberdade de dirigir é incrível, mas a segurança em primeiro lugar, sempre!
Conectando o Brasil ao Coração do Suriname: As Melhores Rotas e Logísticas
Desbravando os Céus: Voos e Conexões Estratégicas
Apesar de não termos uma estrada direta, cruzar a fronteira entre Brasil e Suriname pelo ar é cada vez mais fácil e convidativo. Eu já fiz essa rota e posso dizer que a experiência é única! A principal porta de entrada é o Aeroporto Internacional Johan Adolf Pengel, perto da capital, Paramaribo. A rota aérea mais procurada sai do Aeroporto Internacional Júlio Cezar Ribeiro, em Belém (PA), diretamente para Paramaribo, e a média de tempo de voo é de apenas 1 hora e 59 minutos! É um pulo, convenhamos. Empresas como a Surinam Airways e a Gol Linhas Aéreas operam essa rota, com voos diretos e com opções de conexão. Em novembro de 2023, o Ministério do Turismo, inclusive, anunciou a retomada e ampliação de voos na rota Paramaribo-Belém, mostrando o crescente interesse em fortalecer a conectividade entre nossos países. Com a nova rota da Surinam Airways, o Brasil passou a ter cinco frequências semanais de voos para o Suriname, somando aos voos da Gol. Isso significa mais flexibilidade para a gente na hora de planejar a viagem!
Minha dica de viajante experiente é sempre pesquisar as opções de voos com antecedência. Eu costumo usar comparadores para encontrar as melhores ofertas, e já achei voos de ida e volta por preços bem interessantes, com a rota Belém-Paramaribo sendo uma das mais acessíveis. Se você tem flexibilidade de datas, pode encontrar preços ainda melhores. Por exemplo, os meses de janeiro, outubro e novembro geralmente apresentam tarifas mais em conta para voar do Brasil para o Suriname. Lembre-se que, além do passaporte e da taxa de entrada, você provavelmente precisará apresentar sua passagem de volta e comprovante de hospedagem na chegada. É sempre bom ter tudo à mão para um desembarque tranquilo e sem surpresas. O Suriname está mais perto do que você imagina, e voar de Belém é a ponte mais eficiente para essa aventura amazônica.
Os Desafios da Fronteira Terrestre e o Poder da Natureza
Embora a conexão aérea seja a mais prática, é impossível não se fascinar pela ideia da fronteira terrestre, mesmo que os caminhos sejam menos óbvios. A fronteira entre o Brasil e o Suriname, que se estende por cerca de 600 quilômetros, é um espetáculo à parte, moldada pela imensidão da Floresta Amazônica nos estados do Amapá e Pará. É uma região isolada, onde rios e densas matas definem a paisagem, e o acesso, em muitas áreas, só é possível por avião ou barco, especialmente para as comunidades indígenas no coração da Amazônia. Essa característica geográfica, ao mesmo tempo que dificulta uma travessia terrestre convencional, protege uma biodiversidade que é um tesouro mundial.
No entanto, a vastidão da fronteira também apresenta desafios. É uma área que historicamente sofre com a presença de garimpeiros ilegais, traficantes e outros criminosos, o que exige uma atenção constante das forças de segurança. A cooperação entre as polícias fronteiriças tem sido fundamental para combater crimes transnacionais, e a segurança é um tema levado a sério pelos governos de ambos os países. Em maio de 2018, por exemplo, Brasil e Suriname firmaram acordos importantes em segurança, reforçando o compromisso de proteger essa região vital. Para nós, viajantes, isso significa que, se a ideia é explorar as áreas mais remotas, é essencial buscar informações atualizadas sobre a segurança e, se possível, contar com guias locais experientes que conheçam a região como a palma da mão. É uma fronteira de belezas indescritíveis, mas que exige respeito e planejamento cuidadoso, afinal, a natureza amazônica dita as regras por lá.
Descobrindo a Diversidade Cultural de Paramaribo e Seus Encantos
Um Caldeirão de Culturas nas Ruas da Capital
Ah, Paramaribo! A capital do Suriname é um lugar que me encantou profundamente pela sua efervescência cultural, uma verdadeira tapeçaria de etnias e histórias que convivem harmoniosamente. É fascinante como a cidade, carinhosamente chamada de “Parbo”, revela as marcas de sua rica história colonial holandesa, com uma arquitetura que me transporta para outro tempo. O centro histórico, inclusive, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2002, e eu entendo perfeitamente o porquê: são prédios de madeira com um estilo que mistura influências holandesas, europeias, norte-americanas e, claro, elementos da cultura crioula. Andar pelas ruas de Paramaribo é como caminhar por um museu a céu aberto, onde cada esquina conta uma história. A presença de comunidades indígenas, africanas, indianas, javanesas e chinesas criou uma culinária e festivais vibrantes que são um convite aos sentidos. Eu adoro essa mistura! É comum ver uma mesquita e uma sinagoga lado a lado na mesma rua, um símbolo da convivência pacífica e respeito mútuo que permeia a cidade.
A vida em Paramaribo pulsa em lugares como o Mercado Central, um ponto de encontro vibrante onde se pode experimentar a culinária local e comprar artesanato único. Me lembro de provar uns quitutes indianos e javaneses que são simplesmente de-li-ci-o-sos! E para quem ama história, o Forte Zeelandia e a Catedral de São Pedro e São Paulo, a maior igreja de madeira da América Latina, são paradas obrigatórias. Além da arquitetura, a diversidade se reflete até na língua: muitos moradores falam vários idiomas, incluindo o holandês (idioma oficial), sranan tongo e inglês, e até alguns brasileiros por lá. É um lugar que te faz sentir em casa, mesmo estando tão longe, pela calorosa recepção e pela curiosidade em compartilhar suas tradições.
A Essência Amazônica de um País Caribenho: Ecoturismo de Tirar o Fôlego
Apesar de sua ligação cultural forte com o Caribe, o Suriname é, em sua essência, um país amazônico, com uma porcentagem impressionante de sua área coberta por floresta tropical intocada. E isso, para quem ama ecoturismo como eu, é um verdadeiro paraíso! Já me aventurei por algumas trilhas na floresta e a sensação de estar imersa nessa natureza exuberante é indescritível. A biodiversidade é de tirar o fôlego, com uma variedade de fauna e flora que a gente nem imagina. É um convite e tanto para ir além do óbvio e explorar rios, cachoeiras e a vida selvagem.
Um dos lugares que me marcou profundamente é a Reserva Natural do Suriname Central, um Patrimônio Mundial da UNESCO, onde você encontra cerca de 5.000 espécies de plantas e uma infinidade de animais, como jaguares, antas e mais de 400 espécies de aves. O Parque Natural de Brownsberg, por exemplo, é outro destino imperdível para quem quer ver macacos, preguiças de três dedos e fazer trilhas que te levam a cachoeiras espetaculares. O ecoturismo no Suriname não é apenas sobre contemplar, mas também sobre contribuir para a conservação. Muitos passeios são liderados por guias locais, que compartilham seu conhecimento profundo da floresta e garantem que sua visita seja sustentável, apoiando as comunidades e a proteção ambiental. É uma forma de viajar com propósito, de se conectar com a natureza de uma maneira mais profunda e de sentir que cada passo seu está ajudando a preservar esse tesouro para as futuras gerações. É uma aventura que eu recomendo de olhos fechados para qualquer amante da natureza!
Dicas Práticas para uma Jornada Inesquecível no Suriname

Maximizando Seus Gastos: Estratégias Inteligentes de Câmbio
Quando a gente viaja, uma das preocupações, claro, é como gerenciar o dinheiro para aproveitar ao máximo sem estourar o orçamento. No Suriname, a moeda local é o Dólar Surinamês (SRD). Eu sempre me pergunto: troco no Brasil ou lá? E a verdade é que não existe uma resposta única, pois as taxas variam. O ideal é ter um pouco de Dólar Surinamês em mãos ao chegar para pequenas despesas e emergências. Evite trocar dinheiro no aeroporto, pois as cotações costumam ser menos favoráveis, um erro que muitos de nós já cometemos, não é mesmo? Em Paramaribo, você encontra casas de câmbio em centros comerciais e áreas turísticas. Eu já ouvi a dica de que até cassinos podem oferecer boas cotações, mas é sempre bom comparar.
Minha experiência me diz que a melhor estratégia é ter uma combinação de métodos de pagamento. Cartões são amplamente aceitos em muitos lugares, mas não são universais. Por isso, ter algum dinheiro em espécie é fundamental. E uma dica importante: sempre opte por pagar em Dólar Surinamês (SRD) em vez de Reais (BRL), se tiver a opção. Pagar em BRL pode significar custos extras devido à conversão dinâmica da moeda, e a gente quer que nosso dinheiro renda mais, certo? Ferramentas online para acompanhar a taxa de câmbio em tempo real são super úteis para saber o valor do SRD em relação ao Real e tomar as melhores decisões. Lembre-se que as taxas de câmbio mudam diariamente, então é bom ficar de olho!
| Item Essencial | Detalhes para o Suriname | Dicas do Influencer |
|---|---|---|
| Passaporte | Validade mínima de 6 meses após a chegada. | Verifique com MUITA antecedência e digitalize uma cópia! |
| Taxa de Entrada (Entry-Fee) | Obrigatória desde julho de 2022. Pagar online ANTES da viagem. | Não deixe para a última hora! Imprima o voucher e tenha ele no celular. |
| Visto | Brasileiros não precisam para estadias de até 90 dias (turismo). | Se for ficar mais tempo ou a trabalho/estudo, consulte a embaixada. |
| Permissão Internacional para Dirigir (PID) | Indispensável para dirigir carros. CNH brasileira não é aceita. | Solicite a PID antes de sair do Brasil e acostume-se a dirigir na mão esquerda! |
| Vacina de Febre Amarela | Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) é obrigatório. | Aplique a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência da viagem. |
| Moeda Local | Dólar Surinamês (SRD). | Troque um pouco no Brasil, mas compare cotações em casas de câmbio em Paramaribo para o restante. |
Segurança e Saúde: Viajar Protegido é Viver Melhor a Aventura
Em qualquer aventura, a nossa segurança e saúde são prioridades, não é mesmo? Viajar para o Suriname, um destino que ainda está sendo descoberto por muitos, requer alguns cuidados extras, mas nada que um bom planejamento não resolva. Uma das primeiras coisas que faço é verificar as vacinas. A vacina contra febre amarela é obrigatória para todos os viajantes que chegam de países com risco de transmissão, e o Brasil está nessa lista. É preciso ter o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) e, o mais importante, a vacina deve ter sido tomada com pelo menos 10 dias de antecedência da chegada. É um detalhe que faz toda a diferença para evitar problemas na imigração.
Sobre a segurança no país, Paramaribo é considerada uma cidade relativamente segura, mas, como em qualquer centro urbano, é sempre bom ficar atento a furtos e pequenos crimes, especialmente em áreas mais movimentadas ou à noite. Minha recomendação é sempre evitar ostentar objetos de valor e andar por ruas escuras ou pouco movimentadas, principalmente se estiver sozinho. A fronteira com o Brasil, como mencionei, pode ter algumas regiões mais sensíveis devido a atividades ilegais, então, se sua aventura te levar para essas áreas, o ideal é sempre ir com guias locais de confiança e com grupos organizados. Acordos de cooperação entre Brasil e Suriname têm fortalecido a segurança nas fronteiras, o que é um ponto positivo para nós, viajantes. Além disso, um seguro viagem, embora não seja obrigatório, é altamente recomendado. Eu nunca viajo sem, pois ele oferece cobertura médica para emergências e pode me salvar de grandes preocupações. Afinal, a gente quer focar nas belezas do lugar, e não em imprevistos, certo?
Ecoturismo e Consciência: Explorando a Natureza Surinamesa de Forma Responsável
A Floresta Viva: Trilhas, Rios e Biodiversidade que Encantam
Se você, assim como eu, é apaixonado por natureza e busca destinos que ainda guardam o espírito selvagem e intocado, o Suriname é uma joia que precisa ser descoberta! Posso dizer que minhas experiências na floresta surinamesa foram das mais autênticas e enriquecedoras. O país, embora pequeno, é um gigante em biodiversidade, com vastas extensões de floresta tropical que são parte da nossa querida Amazônia. Imagine-se caminhando por trilhas onde a cada passo uma nova cor, um novo som, um novo cheiro te envolve. É uma imersão total!
Lugares como a Reserva Natural do Suriname Central são um convite irrecusável para quem quer ir além do óbvio. Lá, rios serpenteiam por entre a mata densa, cachoeiras brotam em cenários de tirar o fôlego, e a vida selvagem, com jaguares, antas, macacos e mais de 400 espécies de aves, se mostra em todo o seu esplendor. Não é só sobre ver, é sobre sentir a força da natureza. O Parque Natural de Brownsberg é outra parada obrigatória, com trilhas que te levam a mirantes com vistas panorâmicas espetaculares da floresta e do reservatório de Brokopondo. Já fiz trilha por lá e a sensação de estar no topo, com aquele mar verde infinito à sua frente, é algo que levo para a vida. Para os aventureiros de plantão, passeios de barco pelos rios ou até mesmo de caiaque pelos mangues são experiências que conectam você de forma única com esse ecossistema vital. É a natureza em sua forma mais pura e intensa, um verdadeiro convite para se desconectar do mundo e reconectar consigo mesmo.
Contribuindo para a Preservação: O Ecoturismo como Ferramenta
Minha jornada pelo Suriname me fez perceber o quão vital é o ecoturismo para a preservação desses lugares incríveis. Não é só sobre visitar, é sobre deixar um impacto positivo. O Suriname abraça essa visão, e eu, como influenciador de viagens, acho isso fundamental. Escolher ecoturismo por lá significa fazer escolhas conscientes que beneficiam tanto a natureza quanto as comunidades locais. É muito gratificante saber que, ao participar de um tour com guias locais, por exemplo, você está apoiando diretamente a economia da região e a manutenção de suas tradições.
Muitas das acomodações em áreas naturais são pequenos eco-resorts, construídos com respeito ao meio ambiente, e ao se hospedar neles, você está contribuindo para essa cadeia sustentável. Além do mais, o ecoturismo tem um papel educativo enorme. Ele nos ensina sobre os ecossistemas únicos do Suriname, os desafios que enfrentam e nos inspira a adotar práticas mais sustentáveis no nosso dia a dia, mesmo depois de voltar para casa. Já saí de lá com a sensação de ter aprendido muito e de ter me tornado uma viajante mais responsável. É uma troca, sabe? A gente recebe a beleza e a sabedoria da natureza e devolve respeito e apoio à sua conservação. É uma experiência que transcende a viagem e se torna um aprendizado de vida, que nos convida a ser guardiões desse pedacinho do paraíso amazônico.
글 a Concluir
E chegamos ao fim de mais uma jornada incrível, queridos viajantes! Espero que esta partilha sobre o Suriname tenha acendido em vocês a mesma chama de aventura que sempre me guia. É um destino que me surpreendeu em cada detalhe, desde a rica tapeçaria cultural de Paramaribo até a imensidão verde e intocada da sua floresta amazônica. Sair do óbvio, como sempre digo, é a chave para colecionar memórias verdadeiramente inesquecíveis. Tenho certeza que, com essas dicas, vocês se sentirão mais preparados e inspirados para desbravar esse canto tão especial do nosso continente. Que a aventura chame por vocês!
알아두면 쓸모 있는 정보
1. O Suriname tem um sistema de direção na mão esquerda, herança da colonização holandesa. Se for alugar um carro, prepare-se para essa adaptação e redobre a atenção, principalmente nas primeiras horas de condução. É um pequeno desafio que rapidamente se torna parte da diversão!
2. A culinária surinamesa é um reflexo vibrante de suas múltiplas culturas. Não deixe de experimentar pratos como o “pom” (uma torta de taro), o “roti” (pão indiano com curry) e o “bami” ou “nasi goreng” (influências javanesas e chinesas). Seus sentidos vão agradecer essa explosão de sabores!
3. Para quem busca uma imersão ainda maior na natureza, considere visitar o Distrito de Commewijne. É acessível de barco a partir de Paramaribo e oferece belas paisagens com plantações históricas e a chance de observar golfinhos no rio Suriname. É uma pausa tranquila e cheia de história!
4. Fique atento ao período de chuvas, que geralmente vai de abril a agosto, e novamente em dezembro e janeiro. Embora a floresta esteja exuberante, as chuvas podem dificultar trilhas e passeios fluviais. Os meses mais secos, como fevereiro, março, setembro e outubro, são ideais para explorar com mais conforto.
5. O sranan tongo é uma língua crioula amplamente falada no Suriname, além do holandês (idioma oficial). Aprender algumas frases básicas em sranan tongo, como “Fa waka?” (Como vai?) ou “Gran tangi” (Muito obrigado), pode abrir muitas portas e render sorrisos com os locais. Eu adoro tentar me comunicar assim!
중요 사항 정리
Para sua viagem ao Suriname ser tranquila, lembre-se: passaporte válido por no mínimo 6 meses, taxa de entrada (entry-fee) paga online e antecipadamente, e o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela com pelo menos 10 dias de antecedência. Se for dirigir, a Permissão Internacional para Dirigir (PID) é obrigatória. Troque seus Dólares Surinameses (SRD) em casas de câmbio ou até em cassinos para melhores cotações, e priorize o pagamento na moeda local. Mantenha-se atento à segurança e desfrute da rica cultura e natureza exuberante que o Suriname tem a oferecer!
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Ah, para quem se aventura rumo ao Suriname, sei que a primeira pergunta que surge é: “Como chegar lá, já que não tem estrada direta do Brasil?”. Minha experiência me diz que a melhor e mais prática forma de fazer essa travessia é pelo ar!
R: Exato! Esqueçam a ideia de ir de carro direto, porque, infelizmente, não temos uma ligação rodoviária pavimentada e plenamente acessível ligando o Brasil ao Suriname.
O caminho mais trilhado e, na minha opinião, o mais sensato para a maioria de nós, é voar. Geralmente, a rota mais comum parte de Belém, no Pará, que serve como uma ponte aérea importante para os países da região.
Eu mesma já passei por algumas emoções, como voos atrasados, que são um clássico em viagens pela América do Sul, então uma dica de ouro é sempre planejar com uma folguinha e estar preparado para imprevistos.
A vista lá de cima, quando a gente começa a avistar a imensidão verde da Amazônia surinamesa, faz qualquer perrengue valer a pena, garanto!
P: Em relação à documentação, que é sempre um ponto de atenção, quais são os papéis indispensáveis para um brasileiro entrar no Suriname e existe alguma taxa ou requisito novo que preciso saber?
R: Ótima pergunta! A gente não quer ter surpresas na hora H, né? Para nós, brasileiros, a boa notícia é que não precisamos de visto para estadias de até 90 dias, o que já facilita bastante.
Mas, e aqui vem o “pulo do gato” que eu aprendi na prática, desde julho de 2022, é obrigatório pagar uma taxa de entrada online, o famoso “entry-fee”, antes mesmo de embarcar.
Não deixem para a última hora, hein! Além disso, o seu passaporte precisa ter uma validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada no país. E para quem pensa em explorar o Suriname de carro, atenção máxima: a nossa CNH brasileira não é aceita por lá.
É fundamental providenciar uma Permissão Internacional para Dirigir (PID). É um detalhe que pode parecer pequeno, mas que faz toda a diferença para evitar dores de cabeça e garantir que sua aventura sobre rodas seja tranquila.
P: Quando o assunto é dinheiro, sempre fico na dúvida sobre qual moeda levar e onde consigo as melhores taxas de câmbio para que minha viagem não saia tão cara. Qual é a sua dica para lidar com a moeda local no Suriname?
R: Dinheiro é sempre um tópico importante, não é? E posso dizer que no Suriname, a gente tem algumas particularidades. A moeda local é o Dólar Surinamês (SRD), então é com ele que você vai fazer a maioria das suas transações por lá.
Agora, a dica que eu mesma descobri e que fez meus olhos brilharem na hora de trocar dinheiro é um tanto quanto… inusitada! Por incrível que pareça, alguns cassinos em Paramaribo costumam oferecer as melhores cotações de câmbio.
Sim, parece estranho, mas funciona! Além disso, é sempre bom ter um pouco de dólares americanos em espécie, pois eles são bem aceitos em muitos lugares e podem ser uma mão na roda em emergências ou para trocar em casas de câmbio menores.
Mas, para o dia a dia, foque no SRD. E lembre-se: sempre confira as cotações antes de trocar grandes volumes!






